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03/06/2019 - 10h05m

Em nova fase, Instituto Histórico e Geográfico mantém viva a história de Alagoas

Prédio com quase 150 anos passou recentemente por uma restauração

Em nova fase, Instituto Histórico e Geográfico mantém viva a história de Alagoas

O espaço também guarda cerca de 4 mil documentos relativos à história de Alagoas, como por exemplo a Carta Régia, e exemplares publicados no final do século XIX. Fotos: Júlya Rocha

Texto Ascom Secult

É só entrar no prédio cor de rosa charmoso e de esquina pra começar uma viagem no tempo. Instituição cultural mais antiga em atividade no estado, e terceira do Brasil, o Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL) é um passeio pela memória do Estado.

Com um acervo iconográfico e documental mais expressivo da história de Alagoas, quem passa por suas dependências encontra por lá uma biblioteca com mais de 16 mil volumes, museu, pinacoteca, hemeroteca, mapoteca e muito mais. O espaço também guarda cerca de 4 mil documentos relativos à história de Alagoas, como por exemplo a Carta Régia, e exemplares publicados no final do século XIX.

Fundado em 1869, e inicialmente conhecido como Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano, o IHGAL foi o segundo instituto histórico a surgir no Brasil dedicado ao estudo e à pesquisa nos campos da história, da geografia e das ciências sociais. O instituto conta hoje com 60 sócios que contribuem com a administração do local. 

"O IHGAL comparece a todos os colóquios nacionais onde os institutos históricos e geográficos se reúnem anualmente para trocar informações sobre o patrimônio de cada estado brasileiro, buscando assim preservar seus respectivos patrimônios históricos. Com o passar dos anos, cumprimos e apresentamos a preservação do nosso patrimônio através de publicações de livros e revistas sobre a história de Alagoas", detalha o presidente do museu, Jayme lustosa de Altavila, diretor presidente há 26 anos.

Para secretária de estado da cultura, Mellina Freitas, Instituto Histórico e Geográfico é uma entidade importante para a identidade cultural do Estado. "Esta academia visa o resgate da memória cultural de Alagoas. Entendo que a integração entre a Secretaria da Cultura e as entidades é essencial para a valorização da história da nossa terra", disse.

Durante a reunião, os membros do IHGAL destacaram os trabalhos em parceria com a Secult. “Tê-los como parceiros é um grande incentivo e estímulo para o engrandecimento do Estado", afirmou Mellina Freitas. 

 

Nova fase

Com quase 150 anos, o prédio passou por uma restauração por meio de recursos próprios, com apoio do Governo de Alagoas e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A segunda fase de restauração foi concluída, apresentada no dia 15 de maio, e contou com investimentos de cerca de R$ 800 mil. A obra contemplou melhorias na acessibilidade, além de adequar os espaços físicos dos edifícios para ampliação do prédio, possibilitando um melhor usufruto pela comunidade dos equipamentos e atividades oferecidas.

“A obra é de grande importância para a preservação do patrimônio do estado e me sinto muito feliz de fazer parte desse momento. Muita gente não sabe tudo que o Instituto oferece e quem sabe essa nova fase traga mais o alagoano pra cá. Estou há 26 anos a frente do IHGAL e dedico boa parte da minha vida a ele. A gestão passa, ele permanece”, conta o presidente da Instituição, Jayme de Altavilla.

O IHGAL fica localizado no Centro de Maceió, na Rua do Sol e funciona de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 12h.

Sugestão de legenda: O espaço também guarda cerca de 4 mil documentos relativos à história de Alagoas, como por exemplo a Carta Régia, e exemplares publicados no final do século XIX.

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