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02/10/2017 - 14h03m

Lançamento da Imprensa Oficial resgata cultura para empoderar crianças

Obra, que faz parte da Coleção Coco de Roda, conta a trajetória de uma baleia que deve ultrapassar entraves para atingir seu sonho

Lançamento da Imprensa Oficial resgata cultura para empoderar crianças

Obra faz uso da atração das cores para imergir o público infantil na narrativa construída pela autora Maryana Damasceno

Texto de Minne Santos

Empoderamento, cultura e superação de obstáculos. Apesar de, a princípio, parecerem temas difíceis de se trabalhar, foi justamente deles que a autora Maryana Damasceno tratou em seu segundo livro infantil, “Silvana, a Baleia Beluga”. Lançada pela Imprensa Oficial Graciliano Ramos, durante a 8ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, a obra contempla as crianças que travam batalhas diárias e mostra que elas podem chegar onde quiserem. 

 

Assinado pela Coleção Coco de Roda da Imprensa Oficial, o livro conta a trajetória de uma baleia que deve superar obstáculos para alcançar o sonho de conhecer o mar de Pajuçara e a música e alegria dos maceioenses. 

 

“A inspiração veio da necessidade de transmitir um pouco mais de empoderamento para as crianças. Apesar de todo o avanço que notamos diariamente, ainda existem certas limitações quando se pensa no que elas podem e devem fazer. O livro vem como uma forma de despertar ainda mais o imaginário desse público”, explica Maryana Damasceno. 

 

A obra, que conta com ilustrações de Daniel Aubert, faz uso da atração das cores para imergir o público infantil na narrativa construída por Maryana. No livro, tanto as palavras, quanto os elementos visuais, vão levar a criançada até a diversidade cultural do Estado, resgatada de maneira a desenvolver, no imaginário dos pequenos, a importância da manutenção da identidade alagoana. 

 

“Se a gente não educa o público que está começando a se formar, fica impossível preservar os nossos costumes. Ter uma oportunidade como a que a Graciliano dá, num edital tão bem estruturado, que incentiva a criação de obras desse tipo, é muito importante não só para nós, autores, mas para a sociedade alagoana como um todo”, afirma a autora.

 

Da mesma forma pensa a assistente social Olga Chagas, que aproveitou o lançamento do livro para presentear a sobrinha, Maria Vitória, de cinco anos de idade. A alagoana conta que só veio ter um contato mais aprofundado com a sua cultura quando já era adulta, e foi justamente para quebrar esse histórico, que ela escolheu a obra em meio a tantas outras.

Texto de Minne Santos

Empoderamento, cultura e superação de obstáculos. Apesar de, a princípio, parecerem temas difíceis de se trabalhar, foi justamente deles que a autora Maryana Damasceno tratou em seu segundo livro infantil, “Silvana, a Baleia Beluga”. Lançada pela Imprensa Oficial Graciliano Ramos, durante a 8ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, a obra contempla as crianças que travam batalhas diárias e mostra que elas podem chegar onde quiserem. 

 

Assinado pela Coleção Coco de Roda da Imprensa Oficial, o livro conta a trajetória de uma baleia que deve superar obstáculos para alcançar o sonho de conhecer o mar de Pajuçara e a música e alegria dos maceioenses. 

 

“A inspiração veio da necessidade de transmitir um pouco mais de empoderamento para as crianças. Apesar de todo o avanço que notamos diariamente, ainda existem certas limitações quando se pensa no que elas podem e devem fazer. O livro vem como uma forma de despertar ainda mais o imaginário desse público”, explica Maryana Damasceno. 

 

A obra, que conta com ilustrações de Daniel Aubert, faz uso da atração das cores para imergir o público infantil na narrativa construída por Maryana. No livro, tanto as palavras, quanto os elementos visuais, vão levar a criançada até a diversidade cultural do Estado, resgatada de maneira a desenvolver, no imaginário dos pequenos, a importância da manutenção da identidade alagoana. 

 

“Se a gente não educa o público que está começando a se formar, fica impossível preservar os nossos costumes. Ter uma oportunidade como a que a Graciliano dá, num edital tão bem estruturado, que incentiva a criação de obras desse tipo, é muito importante não só para nós, autores, mas para a sociedade alagoana como um todo”, afirma a autora.

 

Da mesma forma pensa a assistente social Olga Chagas, que aproveitou o lançamento do livro para presentear a sobrinha, Maria Vitória, de cinco anos de idade. A alagoana conta que só veio ter um contato mais aprofundado com a sua cultura quando já era adulta, e foi justamente para quebrar esse histórico, que ela escolheu a obra em meio a tantas outras.

“Nós valorizamos muito as culturas alheias e o nosso dever de casa, a gente deixa de cumprir. Os escritores, quando retomam o assunto, nos ajudam a enxergar com mais clareza esse fator. Por isso é que iniciativas como essa são tão importantes para a nossa gente”, pontua Olga.

 

Para conferir a programação completa de lançamentos, basta acessar o site oficial da Imprensa Oficial Graciliano Ramos (www.imprensaoficialal.com.br) ou visitar o stand da editora na Bienal.

 

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